Governo do Estado do Rio Grande do Sul
Início do conteúdo

CST

CST
Câmaras Setoriais e Temáticas

As Câmaras Setoriais e Temáticas da SEAPDR (Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural) se constituem em fóruns de representação e proposição das cadeias produtivas do agro gaúcho.

As setoriais tratam dos setores produtivos da agropecuária, com visão de cadeia produtiva, buscando o desenvolvimento das mesmas.  As temáticas se ocupam de um “tema” que é transversal aos setores produtivos: agroenergia, armazenagem, infraestrutura rural, entre outros.

A importância destes fóruns está em proporcionar aos diversos segmentos do agro a oportunidade de debaterem assuntos de interesse, procurando harmonizar todos os elos da cadeia produtiva. 

Parcerias entre o poder público e a iniciativa privada, permitem desenvolver planos integrados, voltados para segmentos agropecuários específicos, envolvendo todo o processo produtivo, desde a pesquisa até a distribuição do produto final. 

Nas reuniões, o foco está no progresso do agro gaúcho, através do fortalecimento e desenvolvimento das etapas do processo produtivo antes e dentro da porteira, bem como da distribuição e do consumo, além da porteira e também na mente do consumidor. 

O processo de criação de uma câmara considera além da demanda setorial, a importância sócio-econômica do setor ou do tema e a existência de entidades representativas dos diversos elos da cadeia. A SEAPDR coordena as atividades de 23 Câmaras Setoriais e 02 Temáticas. São discutidos  os assuntos de relevância para as cadeias, sobretudo aqueles que envolvem o poder público.

Especificamente, compete as Câmaras Setoriais e Temáticas: 

  • Detectar e analisar estrangulamentos ou potencialidades das cadeias produtivas que compõem o agronegócio;
  • Promover, estudos sócio-econômicos das cadeias produtivas relacionadas ao agronegócio, visando auxiliar a tomada de decisões;
  • Propor soluções inovadoras e ações de competência pública para propiciar o desenvolvimento tecnológico e aumentar a competitividade e a sustentabilidade do agronegócio gaúcho;
  • Articular, acompanhar e socializar as ações para promover o desenvolvimento de todos os setores das cadeias produtivas que compõem o agronegócio gaúcho;
  • Promover e afinar as relações entre as cadeias produtivas;
  • Colaborar na elaboração de prioridades e subsidiar a formulação das políticas e dos planos safra e plurianuais da SEAPDR; e
  • Executar outras atividades que venham a ser atribuídas.

Identificar gargalos do processo produtivo e criar estratégias de ação para a solução dos mesmos; identificar oportunidades para o desenvolvimento das cadeias produtivas; definir, orientar e discutir políticas, estratégias e diretrizes.

As CSTs da SEAPDR possuem uma coordenação geral e uma coordenação adjunto/administrativa. Cada câmara possui um coordenador técnico e em alguns casos, um assessor. Conforme decreto nº 50.068, de 14/02/2013, (publicado no DOE n.º 031, de 15/02/2013) que aprova o Regimento Interno da Secretaria, as CST da SEAPDR se constituem em assessoria técnica direta ao Secretário de Estado.

Coordenador das Câmaras Setoriais: Paulo Lipp 

Funções da coordenação geral: coordenar e apoiar os trabalhos desenvolvidos nas câmaras; receber, encaminhar e acompanhar as respostas aos encaminhamentos das reuniões realizadas; promover intercâmbio entre as diversas Câmaras Setoriais e Temáticas; manter e permitir acesso ao banco de dados das atividades das Câmaras, como atas das reuniões, andamento das proposições; estabelecer articulação entre instituições públicas e privadas, para atendimento às proposições das Câmaras; estimular ações e agendas que promovam a organização das cadeias produtivas representadas pelas Câmaras; estimular e apoiar a criação de Câmaras.

 

Encaminhamento de demandas e sugestões de pauta:

A SEAPDR coordena as CSTs, assim, o Secretário é o coordenador geral ou seu representante. As demandas setoriais normalmente são encaminhadas via ofício ao Gabinete, que determina a pauta e a realização das reuniões. As ações necessárias para o atendimento das demandas são encaminhadas aos órgãos competentes, quer na esfera estadual, federal ou municipal.

A composição da CST procura contemplar todos os elos da cadeia produtiva, representados por produtores, trabalhadores, entidades empresariais, exportadores, consumidores, organizações não governamentais, órgãos públicos relacionados. A identidade da câmara é um decreto estadual, publicado no DOE, onde está descrita sua composição. Solicita-se um representante titular e um suplente para cada entidade constante no decreto.

 Contatos:

csetoriais-tematicas@agricultura.rs.gov.br | (51) 3288-6364

CÂMARA

COORDENADOR TÉCNICO

ASSESSORES TÉCNICOS

 Apicultura

 Aldo Machado dos Santos

 Fernanda Roberta Pereira Tatsch

 Arroz

 Renato Caiaffo Rocha

 Aves

 Róger Frederico Strauss

 Bebidas Regionais

 Fernanda Roberta Pereira Tatsch

 Cebola

 Antônio Carlos da Silva

 Valdomiro Haas

 Citricultura

 Paulo Lipp João

 Pedro Brites Pascotini

 Equídeos

 Leonardo Lamachia

 Pedro Brites Pascotini

 Erva-Mate

 Tiago Antônio Fick

 Valdomiro Haas

 Florestas Plantadas

 Daniel Chies

 Fabrício Ribeiro Azolin

 Floricultura

 Tiago Antonio Fick

 Leite e Derivados

 Karla Prestes Pivato Oliz

 Pedro Brites Pascotini

 Milho

 Valdomiro Haas

 Noz-Pecã

 Paulo Lipp João

 Pedro Brites Pascotini

 Olivicultura

 Paulo Lipp João

 Pedro Brites Pascotini

 Ovinocultura

 André Camozzato e Edson Ferreira

 Fernanda Roberta Pereira Tatsch

 Pecuária de Corte

 Antonio Carlos de Quadros Ferreira Neto

 Fernanda Roberta Pereira Tatsch

 Soja

 Nereo Starlick e Irineo Orth

 Róger Frederico Strauss

 Suínos

 Juliane Webster Galvani

 Tabaco

 Róger Frederico Strauss

 Trigo

 Altair Hommerding

 Róger Frederico Strauss

 Uva, Vinho e Derivados

 Fabíola Lopes 

 Fernanda Roberta Pereira Tatsch

Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural